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Farsa: PF prende suspeitos de invasão de celulares de golpistas

Operação da PF faz parte da perseguição ao Intercept e à esquerda para tentar salvar a Lava Jato, desmoralizada com as denúncias

 
 
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PF deflagrou nova fase da operação nesta quinta. Foto ilustrativa: PF/Fotos Públicas
 
 

Causa Operária – A Polícia Federal prendeu hoje (19), de maneira temporária, dois homens que seriam suspeitos de invadirem os celulares de membros da Lava Jato e de autoridades golpistas.

Um deles foi preso em Brasília e o outro em Sertãozinho, no interior de São Paulo. De acordo com os agentes repressivos da PF, eles teriam participado do esquema de invasão dos aparelhos de procuradores e de autoridades como o ministro da Justiça e Segurança Pública, o fascista Sérgio Moro.

Esse esquema é o que foi inventado pela Polícia Federal para tentar desviar o foco das denúncias do The Intercept, que publicou material vazado para o sítio por fontes anônimas, mostrando conversas no Telegram entre membros da Lava Jato e Moro, nas quais é comprovada a total parcialidade dos agentes e de Moro e a completa fraudulência da operação como um todo, particularmente a prisão do ex-presidente Lula.

Logo após os primeiros vazamentos, os golpistas se aprontaram a acusar o Intercept de vazamento ilegal e hackeamento, embora não conseguissem provar que as conversas seriam falsas. A partir disso, a PF inventou uma operação farsesca, acusando cidadãos do interior de São Paulo de serem hackers que teriam invadido celulares de autoridades, e ligando-os ao Intercept e, obviamente, ao Partido dos Trabalhadores. Essa vinculação escancarou a fraudulência e o caráter político dessa nova operação.

 

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