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Plenária Lula Livre precisa ampliar mobilização

Rejeitar a política de conciliação com os inimigos da esquerda e do povo brasileiro e mobilizar nas ruas de todo o País pela liberdade do ex-presidente

 
 
faixa lula
Foto DCO.
 
 

A II Plenária Nacional Lula Livre que se realiza amanhã, dia 21, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, no bairro da Liberdade em São Paulo, tem a tarefa fundamental de impulsionar uma ampla mobilização contra a criminosa operação Lava Jato e pela Liberdade do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva.

A Plenária acontece uma semana depois que mais de 2 mil pessoas participaram do I Ato Nacional pela Anulação da Lava jato e pela Liberdade de Lula, em Curitiba, convocados pelo PCO, pelos Comitês de Luta Contra Golpe, Comitês Lula Livre de diversas regiões do País, por importantes organizações de luta dos trabalhadores, como a APEOESP (Sindicato dos Professores Estaduais/SP), e com a participação e o apoio de dirigentes e militantes do PT e de outros setores da esquerda, mostrando uma enorme disposição de luta da militância e o apoio popular dessa politica.

Como assinalou a ex-presidenta Dilma Rouseff, no último fim de semana, “Lula está na prisão porque, se sair de lá, muda a correlação de forças políticas no Brasil”. Todo ativista de esquerda que deseja mudar a “correlação de forças” em favor dos trabalhadores, que defende os interesses dos explorados acima dos interesses da burguesia, dos interesses de grupos e indivíduos, abutres e inimigos das causas populares, precisam, por certo, se colocar a favor de sua liberdade.

Não se trata apenas de defender os direitos democráticos de Lula, profundamente violentados, trata-se de defender os direitos democráticos e as condições de vida da imensa maioria do povo brasileiro, duramente afetadas pelo golpe de Estado e pelos governos golpistas apoiados por aqueles que apoiaram a sua prisão e que não querem ver a luta pela sua liberdade.

Os representantes do PCO e dos Comitês de Luta Contra o Golpe, vão à Plenária para – junto com companheiros do PT e de toda a esquerda que desejam levar adiante esta luta- apoiar o combate para que essa tendência de luta, de polarização contra os golpistas expressa pela revolta popular contra o governo ilegítimo de Bolsonaro e no apoio cada vez maior ao ex-presidente se desenvolva.

O Partido vai propor a realização de novos atos nacionais, a intensificação dos mutirões de coleta de assinaturas nos abaixo-assinados pela liberdade de Lula, a convocação efetiva para que a campana seja levada aos locais de trabalho (junto com os sindicatos), a realização de atos em todos os Estados e outras atividades, que busquem impulsionar uma mobilização poderosa capaz de libertar Lula, o que só pode ser resultado de uma ampla luta de massas.

Na Plenária e no movimento de luta dos explorados, é preciso deixar para trás a politica de aliança com os golpistas, com os que defendem as “reformas” de Bolsonaro contra os trabalhadores, que defendem “Lula preso” e buscar a unidade na luta dos que defendem e lutam por “Lula livre”. Essa unidade tem que ir muito alem das palavras e discursos servir como uma poderosa alavanca para impulsionar a mobilização revolucionária que é preciso colocar em movimento pela anulação da lava jato, imediata liberdade de Lula e de todos os presos políticos, pelo fim do regime golpista, como o “fora Bolsonaro”e todos os golpistas, pela anulação das eleições fraudulentas de 2018, convocação de novas eleições livres e democráticas, com Lula candidato.

 

fonte: https://www.causaoperaria.org.br/encontro-lula-livre/

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